25/07/2009

TEMPESTADE(S)

























Mais fotos no link abaixo
fonte:
smashingmagazine

21/07/2009

Terceira etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada . 2009_1_3: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA


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Nesta terceira etapa de nossa dinâmica trabalhamos sobre o foco SOLIDÃO/TEMPESTADE, estimulando os participantes na busca vocal e na compreensão espacial de suas SOLIDÕES/TEMPESTADES internas e no encontro de suas expressões exteriores.
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Orleyd Faya
Diretora do Núcleo MOTIN
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Terceira etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada 2009_1_3: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA Data: 19 de julho de 2009 Local: Espaço 2 de Artes - Sala Linneu Dias - São Paulo Responsável: Orleyd Faya em parceria com: Gisele Jorgetti, Jaime Sebastian Lopez, Orlando Faya e Virginia Costábile. Produção Geral: Magali Romano Participantes: Alexandre Mendonça, Emanuella Alves, Fabiano Santos, Felipe Augusto S. Dias, Iuri de Castro, Janete Menezes Rodrigues, Luciene Óca, Luiz Campos, Marcello Ramos, Marcus Sioffi, Mariana Castro, Seth Cláudio L. Nascimento, Uanderson Melo, Valéria Contessa, Virginia Iglesias

17/07/2009

Olhe e (RE) Olhe

AS IMAGENS que formam AS IMAGENS que formam...
http://www.lehtikuva.fi/hehkuva/
Exercite!

16/07/2009

OLHAR

DIVISA
Por J.C.Moreno

Mais importante do que a ciência é o seu resultado
Uma resposta provoca uma centena de perguntas
Mais importante do que a poesia é o seu resultado,
Um poema provoca uma centena de atos heróicos
Mais importante do que o reconhecimento é o seu resultado,
O resultado é dor e culpa.
Mais importante do que a procriação é a criança.
Mais importante do que a evolução da criação é a evolução do criador.
Em lugar de passos imperativos, o imperador.
Em lugar de passos criativos, o criador.
Um encontro de dois: olhos nos olhos, face a face.
E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus;
E arrancarei meus olhos
Para colocá-los no lugar dos teus;
Então ver-te-ei com teus olhos
E tu ver-me-ás com os meus.
Assim, até a coisa comum serve ao silêncio
E nosso encontro permanece a meta sem cadeias;
O lugar indeterminado, num tempo indeterminado,
A palavra indeterminada para o Homem indeterminado.
Deus é espontaneidade. Daí o mandamento: “Sê espontâneo”.



Colaboração de Gisele Jorgetti

15/07/2009

Segunda etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada . 2009_1_2: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA

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Nesta segunda etapa de nossa dinâmica trabalhamos sobre o foco SOLIDÃO, estimulando os participantes na busca corporal de suas SOLIDÕES internas e no encontro de sua expressão exterior.
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Orleyd Faya
Diretora do Núcleo MOTIN
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Segunda etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada . 2009_1_2: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA Data: 12 de julho de 2009 Local: Espaço 2 de Artes - Sala Linneu Dias e Teatro Plínio Marcos - São Paulo Responsável: Orleyd Faya em parceria com: Gisele Jorgetti, Jaime Sebastian Lopez, Orlando Faya e Virginia Costábile. Produção Geral: Magali Romano Participantes: Alexandre Mendonça, Emanuella Alves, Fabiano Santos, Felipe Augusto S. Dias, Iuri de Castro, Janete Menezes Rodrigues, Luciene Óca, Luiz Campos, Marcello Ramos, Marcus Sioffi, Mariana Castro, Seth Cláudio L. Nascimento, Uanderson Melo, Valéria Contessa, Virginia Iglesias

10/07/2009

OLHAR

OLHAR
Por Orleyd Faya
Diretora do Núcleo MOTIN

Olhar.
Mas com que olhos
De quais dos meus sentidos
Olhar de que maneira
Olhar para onde
Olhar para quê
Olhar com todas as lembranças
Com as coisas que comi inda ontem
Olhar com o que penso
e com o que penso que não penso mas que olha por mim
Olhar dos meus futuros (para trás)
Olhar com os olhos de outros a olhar pra mim
Olhar com o que minto. O(u)mito.
Olhar com aquilo que não me olho em mim
Olhar distante
Olhar o perto
De qual ponto de vista
De que (su)posição
Olhar.

SOLIDÃO

NO PÍER DE SAN BLÁS
(Música do grupo Maná traduzida e adaptada por Madeleine Alves)

Ela se despediu de seu amor
Ele partiu em um barco no cais de San Blás
Ele jurou que voltaria
e mergulhada em prantos ela jurou que esperaria.
Mil luas se passaram
e ela sempre estava no píer, esperando
Muitas tardes se anelaram
em seus cabelos
e em seus lábios
Usava o mesmo vestido
caso ele voltasse, não se equivocaria
os caranguejos mordiam
sua roupa, sua tristeza, e sua ilusão
mas o tempo se escorreu
e seus olhos se encheram de amanheceres
e pelo mar se apaixonou
e seu corpo se enraizou no píer
Sozinha
só no esquecimento
Sozinha
Só com seu espírito
Sozinha
Só com seu amor, o mar
Sozinha
no píer de San Blás
Seu cabelo embranqueceu
mas nenhum barco o seu amor devolvia
e no povoado a chamavam
a louca do píer de San Blás
Em uma tarde de abril
Tentaram levá-la ao manicômio
Ninguém conseguiu arrancá-la
E do mar jamais a separaram
Sozinha
só no esquecimento
Sozinha
Só com seu espírito
Sozinha
Só com seu amor, o mar
Sozinha
no píer de San Blás

06/07/2009

Primeira etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada . 2009_1_1: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA

Nesta primeira etapa de nossa dinâmica trabalhamos sobre o foco TEMPESTADE, estimulando os participantes na busca corporal de suas TEMPESTADES internas e no encontro de sua expressão exterior.
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Orleyd Faya
Diretora do Núcleo MOTIN
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Primeira etapa do processo da Dinâmica Percepção e Experimentos Continuada . 2009_1_1: A CONSTRUÇÃO DO OLHAR ENCENA Data: 05 de julho de 2009 Local: Espaço 2 de Artes - Sala Linneu Dias e Teatro Plínio Marcos - São Paulo Responsável: Orleyd Faya em parceria com: Gisele Jorgetti, Jaime Sebastian Lopez, Orlando Faya e Virginia Costábile. Produção Geral: Magali Romano Participantes: Alexandre Mendonça, Emanuella Alves, Fabiano Santos, Felipe Augusto S. Dias, Iuri de Castro, Janete Menezes Rodrigues, Luciene Óca, Luiz Campos, Marcello Ramos, Marcus Sioffi, Maria Cecília Lopes Guimarães, Mariana Castro, Seth Cláudio L. Nascimento, Uanderson Melo, Valéria Contessa, Virginia Iglesias

04/07/2009

(Re) Olhar 2
















fonte : Google Search/Image - autoria não identificada

02/07/2009

A Chuva


A chuva derrubou as pontes. A chuva transbordou os rios. A chuva molhou os transeuntes. A chuva encharcou as praças. A chuva enferrujou as máquinas. A chuva enfureceu as marés. A chuva e seu cheiro de terra. A chuva com sua cabeleira. A chuva esburacou as pedras. A chuva alagou a favela. A chuva de canivetes. A chuva enxugou a sede. A chuva anoiteceu de tarde. A chuva e seu brilho prateado. A chuva de retas paralelas sobre a terra curva. A chuva destroçou os guarda-chuvas. A chuva durou muitos dias. A chuva apagou o incêndio. A chuva caiu. A chuva derramou-se. A chuva murmurou meu nome. A chuva ligou o parabrisa. A chuva acendeu os faróis. A chuva tocou a sirene. A chuva com a sua crina. A chuva encheu a piscina. A chuva com as gotas grossas. A chuva de pingos pretos. A chuva açoitando as plantas. A chuva senhora da alma. A chuva sem pena. A chuva apenas. A chuva empenou os móveis. A chuva amarelou os livros. A chuva corroeu as cercas. A chuva e seu baque seco. A chuva e seu ruído de vidro. A chuva inchou o brejo. A chuva pingou pelo teto. A chuva multiplicando insetos. A chuva sobre os varais. A chuva derrubando raios. A chuva acabou a luz. A chuva molhou os cigarros. A chuva mijou no telhado. A chuva regou o gramado. A chuva arrepiou os poros. A chuva fez muitas poças. A chuva secou ao sol.

Arnaldo Antunes